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CBR 1000RR Fireblade ganha novas cores


A Honda CBR 1000RR Fireblade 2010 chega com novas cores e grafismos. O novo visual é uma aposta da empresa para atrair o consumidor, uma vez que a moto ficou com um aspecto mais esportivo, parecido com os modelos de competição. As novas cores da superesportiva são preta, prata metálica com detalhes em laranja e branca perolizada.

A Fireblade é inspirada na Honda CV212V, do campeonato mundial de moto GP, e segue o conceito "ultra light strong form" que tem como principal objetivo, alcançar alta performance e estabilidade com a combinação de linhas marcantes com formas mais compactas e peso reduzido nas extremidades.

A CBR 1000RR Fireblade tem motor de 999,8 cm3, de 178,1cv a 12 mil giros. O bloco tem quatro cilindros em linha com quatro válvulas por cilindro, alimentado por injeção eletrônica.

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Hyundai passa a Honda em abril, mas ainda é 7ª


O Hyundai prometeu em seus comerciais que iria brigar pra valer no mercado brasileiro e mostrava claramente que queria atingir os primeiros lugares no ranking. Já está conseguindo atingir o seu objetivo, pelo menos foi o que aconteceu no mês passado. Em abril a coreana deixou para trás a Honda, ficando em sexto lugar no mês. Mas falta muito para galgar novas posições no acumulado. A Hyundai permanece em sétima posição com 34.557 unidades comercializadas, atrás da Honda (40.228) e Renault (46.540).

Passar à frente da Renault é a grande esperança - ou seria vingança ? - de Carlos Alberto de Oliveira Andrade, o CAOA, que foi representante da marca francesa até que a montadora assumisse as operações totais no Brasil. Mas para isso terá que tirar uma diferença de doze mil carros, operação nada fácil.

Do resto não há novidades no ranking das montadoras em abril. A Fiat mantém o primeiro lugar, com Volkswagen, Chevrolet e Ford nas demais colocações.

A Volks, no entanto, aproximou-se da líder, que tem um pouco mais de um ponto percentual de diferença.

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Aumento da produção não resulta em redução do preço


Há 15 anos, quando questionadas sobro o alto preço do carro brasileiro em relação ao de outros países (do Primeiro ou do Terceiro mundo), as fábricas de carros alegavam que era impossível produzir um carro mais barato por causa do pequeno volume de produção. Somente com o ganho da economia de escala é que seria possível reduzir o preço final.

O Brasil não figurava entre as potências do setor, ocupava uma modesta 11ª. ou 12ª. posição no ranking mundial de vendas, com 1,5 milhão de unidades.

Hoje, a produção mais do que dobrou, para 3,4 milhões de veículos, mas o preço continua um dos mais altos do mundo, mesmo já considerando a alta carga tributária incidente no carro feito no Brasil.

Tem carro fabricado no Brasil que é vendido em outros países por 60% do valor, mesmo descontando a carga tributária e as despesas de transportes e margem de lucro da distribuidora.

Questionei Cledorvino Belini, presidente da Fiat e novo presidente da Anfavea, durante a entrevista de posse realizada na última sexta-feira. A resposta veio rápida, e incisiva:

"É verdade que o volume de produção aumentou muito, mas aumentou também o número de fabricantes. Hoje são 40 marcas para dividir o bolo", disse o novo líder da indústria.

Ele acredita que, somente quando o País tiver uma produção em torno de seis milhões de unidades, é que teremos uma economia de escala que permitirá a redução do preço final do automóvel.

Então eu pensei:

Ora, se seis milhões de carros é um bom volume para ser dividido por 40 empresas, suficiente para permitir um ganho de escala que resulte numa redução considerável do preço do carro, eu pergunto:

Por que o 1,5 milhão de carros produzidos na década de 1980 não seriam suficientes para permitir que as quatro (apenas 4!!!) fabricantes montadoras (que atuavam com reserva de mercado até 1990) baixassem os preços dos seus carros?

Vamos fazer uma conta rápida: na década de 1980 cada montadora produzia, em média, 375 mil carros. Quando a indústria produzir os seis milhões calculados por Belini como um número que permitiria o ganho de escala, a média de cada uma das quarenta montadoras será de apenas 150 mil unidades.

Alguma coisa está errada: ou as montadoras instaladas no Brasil sempre tiveram um lucro acima da média ou o ponto de equilíbrio para atingir a sonhada economia de escala está muito além dos seis milhões. Talvez além até da produção chinesa de 13 milhões de carros por ano.

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Golf terá versão elétrica em 2013


Na corrida para ver quem chega primeiro com o carro elétrico, parece que a Nissan-Renault está na frente, pois já está fazendo reservas de vendas do seu Leaf, mas as demais fábricas também estão nesta disputa. Agora é a vez da Volkswagen anunciar que terá a versão elétrica do Golf. Ele deve chegar em 2013.

Antes do Golf, no entanto, a Volkswagen deve colocar no mercado o seu Up, outro veículo elétrico, produzido pela montadora alemã. Este carro já foi apresentado no ano passado e deve ser o modelo de estréia da marca neste segmento.

O Golf elétrico deverá atingir 115 km/h em 11,8 segundos. Um bom desempenho, principalmente porque ele será 305 quilos mais pesado do que o Golf a gasolina. A Volkswagen deverá produzir 50 protótipos para testes antes de mostrar o carro ao público.

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Volvo elétrico chega em 2012


A Volvo vai lançar seu primeiro carro elétrico híbrido em 2012. O anúncio foi feito no Relatório de Sustentabilidade 2009/2010, em que são delineadas as medidas para reduzir o impacto ambiental dos veículos produzidos.

A Volvo ainda não revelou como será o modelo, mas sabe-se que o carro terá cerca de 50 km de autonomia no modo elétrico, como o protótipo V70, que acolheu a primeira motorização híbrida.

Além de diminuir a emissão de poluentes, a fabricante está dedicada em tornar a produção mais sustentável, utilizando uma quantidade cada vez maior de materiais recicláveis nos veículos.

O futuro que nós vemos é que nossos carros não falham e não têm emissões que impactam o meio ambiente. E não se trata de saber se vamos chegar lá, mas quando , disse Stephen Odell, presidente da Volvo.

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Bonito e charmoso, Uno novo vai ampliar participação da Fiat


Empresa passa a ter 15 opções entre R$ 23,5 mil e R$ 31,8 mil O lançamento do Uno novo, hoje, na Bahia, é um indicativo de que o projeto da Fiat é se fortalecer no segmento dos carros pequenos, onde está a maior parte das vendas no Brasil. Das 2,5 milhões de unidades vendidas no mercado interno no ano passado, 1,3 milhão foi de carros das categorias A e B. A rigor, o Brasil não fabrica carros da categoria A, que são os mínis. Mas o espectro coberto por um carro pequeno (categoria B) é tão grande que ele atinge várias faixas de consumidores.

Com o Uno novo a Fiat amplia ainda mais esse leque de opções. Passa a ter três carros para uma mesma classe de consumidores, distribuídos em subsegmentos de forma que a empresa será capaz de enfrentar os concorrentes com mais competência, e assim ampliar - a sua participação de 24,5% no mercado brasileiro.

A Fiat é boa nisso. No final do século passado, com apenas um carro - o Prêmio - enfrentou concorrentes de vários segmentos, do pequeno ao grande. Agora, com o Uno novo, tem três opções, com várias versões que atendem uma ampla gama de compradores.


O Uno tem tudo para fazer sucesso, é um carro bonito, charmoso, um projeto único, realmente uma novidade para o mercado: 82% das peças foram desenvolvidas especialmente para o carro. E o preço estimula o consumidor: a versão básica, Vivace 1.0, custa R$ 25.550,00 com duas portas e R$ 27.350,00 com quatro. A Attractive tem motor 1.4 e custa R$ 29.280,00 (2 portas) e R$ 31.080,00 (4) e a versão topo de linha, Way, vai de R$ 26.690,00 (1.0 2p) a R$ 31.870,00 (1.4 4 p).


Os motores, chamados EVO (de evolução), tem potência de 73cv (1.0 a gasolina) e 75cv (1.0 a álcool). O 1.4 tem potência de 85cv (gas.) e 88cv (álc.).

Observe que o carro foi muito bem posicionado em relação à concorrência. A versão de entrada, Vivace 1.0 é R$ 1.950,00 que o Celta 1.0 Life e R$ 3.530,00 mais barata que o Gol novo.


A Versão Attractive 1.4 é R$ 1,6 mil mais barata que o Corsa 1.4 Maxx e R$ 3,4 mil mais barata que o Gol 1.6.


A Way 1.0 é R$ 766,00 mais barata que o Celta 1.0 Life e R$ 1.640,00 que o Gol G4 Tittan 1.0

Veja os preços de cada versão e junte com as outras opções que a Fiat oferece: o Palio Fire, com duas opções, e o velho Mille, que continua firme forte, com quatro versões de acabamento. Para deixar os seus carros numa faixa de preço mais atrativa, a Fiat reduziu em R$ 600,00 os preços de todas as versões do Mille e as do Palio Fire. Veja abaixo como ficou a tabela de preços.

É claro que o Mille vai sofrer com a chegada do Uno novo, assim como o Palio, mas a Fiat não está preocupada como desempenho individual dos seus carros pequenos. O objetivo é oferecer essa grande gama de opções e aumentar a participação no segmento como um todo. Tanto que não há previsão de vendas por modelo, mas sim em todo o segmento. Hoje a Fiat vende 25 mil unidades, quer vender 30 mil com o novo carro. O Mille, que oficialmente é uma versão do Uno, vai ter as vendas somadas com o Uno novo, embora sejam carros totalmente diferentes. Com isso, a Fiat se credencia para disputar a liderança de vendas no mercado interno, que é do Gol há 23 anos.



Veja o posicionamento de preço das 15 opções no segmento dos pequenos

Mille Fire Economy 2p R$ 23.570,00
Mille Fire Economy 4p R$ 25.370,00
Mille Way Economy 2p R$ 24.090,00
Mille Way Economy 4p R$ 25.910,00
Palio Fire Economy 2p R$ 26.300,00
Palio Fire Economy 4p R$ 28.050,00
Uno Vivace 1.0 2p R$ 25.550,00
Uno Vivace 1.0 4p R$ 27.350,00
Uno Attractive 1.4 2p R$ 29.280,00
Uno Attractive 1.4 4p R$ 31.080,00
Uno Way 1.0 2p R$ 26.690,00
Uno Way 1.0 4p R$ 28.490,00
Uno Way 1.4 2p R$ 30.070,00
Uno Way 1.4 4p R$ 31.870,00

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Hoggar chega para conquistar 10% do mercado



 
A Peugeot está entusiasmada, não só com o Brasil, mas também com o mercado mundial. Para os brasileiros a empresa está lançando um carro desenvolvido no País, feito para vender só aqui, pelo menos por enquanto. O carro é o Hoggar, uma picape pequena que tem três versões. A expectativa é comercializar 1,5 mil unidades por mês. Se isto acontecer ela abocanhará 10% do segmento em 2011.

Se depender do visual e do desempenho, é bem possível que o objetivo seja alcançado. Como o comprador deste tipo de carro, segundo a Peugeot, se preocupa muito com custos, o preço da picape francesa foi definido para fazer frente aos concorrentes. A versão básica começa com R$ 31.400,00, indo até a topo de linha com preço de R$ 43.500,00, mas a versão intermediária deve ser a mais vendida. Ela custa R$ 35.350,00.




Andei cerca de 200 quilômetros, de Navegantes a Florianópolis, em trechos urbanos e estradas. A picape é ágil na cidade, com trânsito intenso, e vai muito bem na rodovia. A versão que avaliei foi a intermediária, XR 1.4. O motor é bom e a suspensão gostosa, macia, bem ajustada.

O interior do carro chama a atenção pela sua simplicidade, sem muitos apetrechos. Ficou um visual limpo, apesar da Peugeot ter economizado em porta-objetos. O painel é bonito e de fácil visualização. Tem muito espaço na cabine; dá para guardar uma mochila ou sacola atrás dos bancos. Mesmo com o bom espaço para os ocupantes, a carroceria é grande, a maior da categoria. Tem capacidade de 1.151 litros.






A Hoggar deve iniciar uma nova etapa de crescimento da Peugeot, que quer, no mundo, passar do décimo lugar que se encontra atualmente para o sétimo lugar nos próximos cinco anos. O Brasil representa apenas 0,5% do volume de vendas da empresa, mas o presidente da empresa no Brasil, Guillaume Couzy, vê uma grande oportunidade de crescer no mercado brasileiro.

Até 2012 serão lançados no Brasil 14 novos carros e é possível que no futuro sejam produzidos novos veículos feitos especialmente para o nosso mercado, como aconteceu com a Hoggar.

A Peugeot vai avançar em tecnologia. No ano que vem será lançado o primeiro carro híbrido diesel, o 3008. Já está em processo adiantado o carro elétrico da marca, o Íon, que pode começar a ser vendido em breve.






Com um panorama de grandes possibilidades de crescimento, a Hoggar pode ser um teste para saber como o mercado vai receber este veículo feito especificamente para cá. A Peugeot é a primeira empresa das novas que fabrica uma picape no Brasil.

O segmento de picapes no Brasil, que vende 375 mil unidades por ano, tem 67% de modelos com motor 1.4 e 19% com cabine dupla. As cidades do interior são responsáveis por 68% das vendas, mostrando que não é um veículo para metrópole. O que chama a atenção é que 54% dos proprietários utilizam o carro para passeio e apenas 19% para o trabalho.

Pelas pesquisas da Peugeot, a versão de entrada, a X Line 1.4 flex, deverá ser responsável por 14% das vendas, enquanto a XR 1.4 flex deverá vender 60% do volume total e a Escapade 1.6 deve ficar com 26%.

O início das vendas será em 15 de maio e um atrativo de venda será o preço do seguro, caso o comprador opte pelo Banco Peugeot. Segundo a empresa, os valores são muito abaixo dos concorrentes e para quem tem picape, o seguro é fundamental. Outro atrativo é que o carro terá três anos de garantia para motor e câmbio.

Há alguns problemas, como a falta de ABS, mesmo como opcional. O air bag duplo também não será opcional em todas as versões, apenas na Escapade.

A picape ficou bonita, atraente e espaçosa. Agora a Peugeot aposta no crescimento do segmento e a possibilidade de tirar compradores dos concorrentes. Resta saber agora quem vai perder para este novo carro que entra no mercado.


Os concorrentes da Hoggar


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