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Citroën AirCross


Modelo foi criado especialmente para o mercado brasileiro.
A Citroën do Brasil divulgou no Twitter oficial da empresa, nesta segunda-feira (5), as primeiras imagens de uma versão crossover do C3 Picasso. Batizado de AirCross, o veículo tem previsão de começar a ser vendido no Brasil no segundo semestre deste ano.


Criado especialmente para o mercado brasileiro, o modelo possui como elementos distintivos retrovisores cromados, grade dianteira, pneus exclusivos, estepe fixado à porta traseira (semelhante aos concorrentes Idea Adventure e CrossFox ), barras de teto, saias laterais e emblema referente à versão nas partes laterais.

Os dados técnicos do carro não foram revelados, mas o provável motor será um 1.6 16V flex. O preço do modelo também não foi anunciado.

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Grandes se retraem, pequenas avançam


Aos poucos, as marcas que chegaram ao Brasil após a abertura econômica, no início dos anos 1990, vão conquistando o seu espaço no mercado interno e a participação em conjunto das quatro grandes - que perderam o oligopólio do mercado - vai encolhendo.

O domínio ainda é enorme: três de cada quatro carros vendidos hoje no Brasil são das marcas Ford, Fiat, GM e Volks. Mas essa participação vem caindo e com mais ênfase neste ano.

Há apenas três anos, as quatro grandes tinham 80,9% de participação, que caiu para 76,8% em 2008, oscilou para 77,1% no ano seguinte e no primeiro trimestre deste ano caiu para 74,4% (dados do Renavam para o primeiro trimestre).

Das quatro, apenas a Ford apresentou uma evolução nas vendas nos últimos três anos, conquistou 0,4 ponto de participação. Das grandes, a que mais perdeu foi a Fiat. A marca tinha 26% em 2007 e fechou o primeiro trimestre de 2010 com 22,3%, ficou portanto com 3,7 pontos percentuais a menos. A Volkswagen perdeu outros 2,8%, caindo de 23% para 20,2%. E a GM perdeu 0,4 ponto.

Juntas, Fiat, GM e Volks perderam 6,9 pontos em três anos.

Para onde foram esses pontos percentuais perdidos? Só a Hyundai abocanhou 2,5%. A coreana tinha apenas 0,8% ponto de participação em 2007, hoje tem 3,3%. Foi a marca que maior participação obteve desde 2007, com um crescimento de vendas de 321,5% (veja tabela). Outra coreana, a Kia Motors, ganhou um ponto percentual no período, passando de 0,4% para 1,4%, crescimento de 250%.

A Nissan e a Mercedes-Benz dobraram a participação, embora sejam marcas de pequeno volume. A Mercedes cresceu de 0,2% para 0,4%: em todo o ano de 2007 a marca vendeu 5.579. E apenas nos três primeiros meses deste ano já vendeu 2.780. A Nissan cresceu de 11.908 em 2007 para 7.555 em apenas três meses (janeiro a março), sua participação subiu de 0,5% para 1% no mercado interno.

Outra marca que teve um crescimento acima da média no período foi a Renault, ganhou 1,4 ponto percentual, passando de 73.608 unidades em 2007 para 34.083 no primeiro trimestre de 2010.

Honda e Citroën ganharam, respectivamente, 0,5 e 0,2 ponto.

Além das três grandes, duas novas montadoras perderam mercado no período: a Toyota reduziu sua participação de 3,1% para 3% e a Peugeot caiu de 3,4% para 2,8%.

É claro que em volume de vendas todo mundo cresceu. Em 2007 foram vendidos no mercado interno 2,341 milhões de carros e comerciais leves. Em 2010, a previsão de 3,1 milhões. Só no primeiro trimestre foram 750,5 mil. Com isso, mesmo perdendo participação, as três grandes deverão vender um volume maior este ano.

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Volkswagen lança versão mais "econômica" para o Gol G4


Com o fim do IPI, as montadoras já preparam o lançamento da linha 2011 de seus carros. A Volkswagen apresenta dia 29 as mudanças que alguns modelos terão na linha. Entre as novidades destacadas estão o Gol, o Pólo, o Golf e a Parati. O Gol que traz as maiores novidades.

O carro terá uma série especial, Gol Seleção em homenagem a Copa do Mundo da África do Sul e uma versão Ecomotion, essa baseada na plataforma G4.

O Gol Seleção, ganha o lugar do antigo Gol Copa. O carro tem motor 1.0, rodas de alumínio aro 14, faróis de neblina, direção hidráulica e MP3 Player com entradas para iPod e conexão Bluetooth. Internamente o acabamento é igual ao do Gol Power, com painel em duas cores.

A identificação Seleção está colada na parte de trás do carro e bordado nos bancos. O carro tem como opcional ar-condicionado, computador de bordo e volante com funções.

O Gol seleção tem a série limitada a 3.300 unidades e custa a partir de R$ 33.790,00


Sem mudanças no desenho para a linha 2011, a Volkswagen adota no Gol geração 4 a versão Ecomotion, mesmo sistema usado no Pólo Bluemotion. O carro não tem os aerofólios e nem a grade fechada que ajudam na passagem do vento diminuindo o atrito.

Desenvolvido para economizar até 10% de consumo, Gol Ecomotion tem os pneus com baixa resistência ao solo e a relação de marchas mais longa. Outra novidade é um indicador digital no painel que ajuda o motorista a verificar o consumo, parecido com o Palio economy.


O Gol Ecomotion custa R$ 27.5 mil na versão duas portas e R$ 29.3 mil na quatro portas.

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Chega a linha 2011 do Celta e do Prisma, sem mudanças


As concessionárias da GM estão vendendo alguns modelos como linha 2011. Já é possível comprar o Celta e Prisma. Os carros não tiveram nenhuma mudança no desenho, apenas ganharam novas configurações.

O Celta só ganhou uma nova tonalidade da cor preta. O Prisma com motor de 1,0 será vendido somente na versão Joy com quatro pacotes de opcionais. E com o motor 1,4 somente na versão Maxx, com cinco pacotes.


Com a redução das versões, o Prisma também teve uma redução no preço em cerca de 5%. A versão 1.4 Maxx com ar-condicionado e direção hidráulica, baixou de R$ 38 mil para R$ 36 mil.

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Touareg: bonito, seguro, confortável e gastão


Quem tem muito dinheiro para comprar um carro não abre mão de duas coisas: conforto e segurança. E isso o Touareg tem de sobra. É um carro espaçoso, confortável para motorista e passageiros. Ele é bonito e seu aspecto robusto torna o carro imponente, passando uma enorme sensação de segurança. Pneus largos, airbags e ABS mostram que o carro é seguro.


Apesar de grande e com aparência robusta, o Touareg tem a dirigibilidade e o silêncio de um sedã. Na estrada, a 120 km/h, o único barulho é o do vento. Não há ruídos nem do motor nem da transmissão, que estão bem isolados acusticamente.

É claro que o proprietário de um carro como este não pode ficar preocupado com o consumo. Não questionou o preço na hora de compra (custa R$ 239 mil) e deve fazer o mesmo quando abastecer: o carro que bebe bem. O tanque é generoso, cabe 95 litros, o que garante uma boa autonomia mesmo fazendo de 4km/l a 5 km/l na cidade e 7km/l na estrada com o seu potente motor V8 4.2 de 310cv, o mesmo que equipa os Audi A8 e A6, além do câmbio automático de seis marchas, que oferece a opção sequencial de série. As trocas manuais podem ser feitas no console ou por meio de pequenas alavancas (opcionais), que ficam atrás do volante. O Touareg acelera de 0 a 100 km/h em 9,4 segundos e chega a 226 km/h.

O carro tem tração 4x4 controlada eletronicamente e suspensão ativa. Ele se ajusta para vencer os obstáculos. Por meio de sensores instalados nas rodas, nas torres de suspensão e no motor, o sistema de tração distribui a força entre as rodas. E o controle eletrônico da suspensão define em que altura nivelar a carroceria.


O interior é espaçoso, os bancos apóiam o corpo confortavelmente. O volante multifuncional dispõe dos controles do piloto automático, do sistema de som e do computador de bordo.

Quem tem mais de 1,80m terá um pequeno problema para entrar no carro, o acesso é difícil, inevitavelmente bate a cabeça. A grande altura do carro também dificulta o acesso. Mas esses problemas são tão pequenos comparados aos benefícios que o carro oferece que nem vale a pena se preocupar com eles.

A chave vem com comando que não precisa ser usada para abrir portas ou dar partidas, o que é um conforto para o motorista. Basta a presença da chave próxima do carro (no bolso das calças ou na bolsa) que as portas são destravadas. Para dar a partida basta acionar o botão start/stop. Além de confortável, é charmoso.

Com este preço ele precisava ter muita tecnologia. E tem. Vem equipado com sensores de chuva, que aciona automaticamente os limpadores de para brisa quando começa a chover, e de luminosidade, que acende os faróis assim que escurece ou quando o carro entra num túnel.

No console central, o motorista pode selecionar o tipo de marcha (simples ou reduzida), acionar o bloqueio dos diferenciais, escolher a calibragem dos amortecedores (Comfort, Auto e Sport). Dois seletores permitem ao motorista escolher a altura da carroceria em relação ao piso (quatro posições, entre 16 e 30 centímetros).

O Touareg tem freios ABS, sistema de controle de estabilidade ESP, airbags frontais, laterais e de janela, cintos de segurança dianteiros com regulagem elétrica de altura, controle de pressão dos pneus, faróis bi-xenônio e rodas de alumínio. Como opcionais: abertura e partida sem chave, hastes para troca de marchas no volante e teto solar.

O porta malas é grande e os porta objetos são na medida certa. A posição de dirigir permite que o motorista tenha uma ampla visão; o controle automático da suspensão ajusta a forma de trafegar dependendo do terreno. Isto dá maior comodidade.

Quem não quer um carro deste? Mas é um carro para quem gosta de ser observado: chama a atenção por onde passa. É enorme pelos padrões brasileiros; para os mais comedidos é um exagero.

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GM mostra minivan Volt em Pequim


A GM está aproveitando o Salão de Pequim, China, para mostrar a minivan conceito Volt. A versão elétrica faz sua estreia como protótipo, visando uma produção futura. O carro, além da mesma plataforma do sedã Volt compartilha outros componentes como baterias, motor e painel de instrumentos.
O carro é impulsionado por um motor 1.4 a gasolina de 150cv e outro elétrico. O Volt se diferencia dos outros carros híbridos por ter o motor a combustão somente como gerador de energia para as baterias. O motor elétrico é que impulsiona o carro.


No sedã Volt a capacidade de passageiros é de quatro pessoas e a minivan pode levar até cinco.

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Dois Fiestas novos em 2011


A Ford apresentou hoje (23) em Buenos Aires, Argentina, o Fiesta novo, modelo 2011. Na verdade não se trata do Fiesta novo, aquele vendido na Europa e nos Estados Unidos. A montadora fez algumas mudanças na frente e no interior do carro produzido em Camaçari, Bahia, para aguardar a chegada do Fiesta produzido na Europa, mais moderno, espaçoso e com mais tecnologia.

Segundo Rogelio Golfarb, diretor de comunicação da Ford, já no segundo semestre desse ano, chegará a sexta geração do Fiesta. O mesmo carro vendido no exterior será comercializado aqui. O carro vai dividir espaço com o Fiesta nacional, sem que haja conflito de preços afirma o dirigente


O modelo 2011 teve as principais mudanças na dianteira. Os faróis ganharam novo desenho, a grade tem linhas trapezoidais semelhantes à do Focus. Na parte de cima do capô há uma régua plástica na cor cinza. A traseira do hatch mudou, já a do sedã, as lanternas têm acabamento cromado.

Internamente, o carro ganhou uma série de equipamentos que o deixam só com duas versões de acabamento. A Fly tem de série travas elétricas, controle remoto com abertura das portas e do porta-malas e botão localizador, alarme perimétrico, travamento automático das portas a 15 km/h, abertura elétrica do porta-malas por meio de botão no painel, ajuste de altura no banco do motorista, luz de cortesia com temporizador, alerta de manutenção programada, conta-giros, relógio digital, aviso sonoro de faróis acesos, espelho de cortesia para o passageiro, aquecedor, desembaçador traseiro e iluminação no porta-luvas e no porta-malas e custa R$ 29,9 mil.
Com todos os itens acima mais acabamento diferenciado, computador de bordo e faróis de neblina a versão Pulse passa para R$ 31,5 mil. O carro tem como opcional o kit class com ar-condicionado, direção hidráulica e vidros elétricos, por R$ 5.250,00. Airbags frontais e sistema ABS nos freios custam R$ 2 mil.


O Fiesta 2011 não usa a nova geração de motores da Ford (Sigma). Foram mantidos os motores RoCam 1.0 com 69cv (gasolina) e 72cv (álcool) e 1.6 de 101cv quando abastecido com gasolina e 106cv com álcool.

Veja a lista de preços do Fiesta 2011:

Fiesta hatch 1.0 Fly - R$ 29.900,00
Fiesta hatch 1.0 Pulse - R$ 31.500,00
Fiesta sedã 1.0 Fly - R$ 33.500,00
Fiesta sedã 1.0 Pulse - R$ 35.150,00
Fiesta hatch 1.6 Fly - R$ 32.300,00
Fiesta hatch 1.6 Pulse - R$ 33.905,00
Fiesta sedã 1.6 Fly - R$ 35.950,00
Fiesta sedã 1.6 Pulse - R$ 37.560,00

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