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Importados fecham semestre com aumento de 175%


Os caros importados tiveram um aumento de 2,6% nas vendas no mês de junho, comparando-se com maio. No acumulado do ano o aumento foi de 175,3%. Em junho, as 22 empresas filiadas à Abeiva - Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores venderam 7.642 unidades e 7.450 no mês anterior.

Se a comparação for feita entre junho deste ano e do ano anterior, o aumento nas vendas atinge 121,5%, já que em junho de 2009 as empresas filiadas à Abeiva venderam 3.450 veículos. No primeiro semestre deste ano já foram comercializadas 41.800 unidades. No primeiro semestre do ano passado foram vendidos 15.182 veículos importados.

Para o presidente da entidade, José Luiz Gandini "a tendência de crescimento com estabilidade nos dados de emplacamento das associadas à Abeiva hoje se mostra uma realidade. Como afirmamos em nosso último encontro, anotamos um crescimento de 2,6% na comparação mensal e forte aumento no acumulado do ano".

Para Gandini neste ano as empresas ligadas à Abeiva devem vender mais de 80 mil unidades. Ele afirma também que "além do bom desempenho do setor de importação no primeiro semestre do ano, houve o retorno das marcas Ferrari e Maserati, e também da filiação da Lamborghini. Agora, a Abeiva abriga 25 bandeiras internacionais. Com elas teremos uma participação ainda mais representativa, por exemplo, no Salão do Automóvel de São Paulo."

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Tiida sedã é mais barato que o hatch


As concessionárias Nissan receberão ainda neste mês o Tiida sedã, que será vendido apenas numa versão de acabamento por R$ 44,5 mil, ficando numa faixa de preço inferior ao hatch. O carro vem do México e tem garantia de três anos. Ele tem motor 1.8 16 V flex e câmbio manual de seis marchas.

O seu motor tem126 cavalos de potência quando abastecido com álcool e 125cv com gasolina, ambos a 5.200 rpm, entrega 17,5 kgfm de torque a 4.800 rpm com qualquer um dos dois combustíveis.

A proposta da Nissan é oferecer um carro com mais espaço do que o hatch, dando conforto aos ocupantes. O porta-malas tem capacidade de 467 litros e vem de série com ar-condicionado, computador de bordo, sistema de áudio com rádio AM/FM e toca-CD com MP3, entrada auxiliar para iPod, relógio digital, display de LCD para exibir informações das estações de rádio e do disco de CD (faixa, tempo, etc), quatro alto-falantes, alarme com acionamento por controle remoto (keyless), imobilizador do motor, vidros dianteiros e traseiros com acionamento elétrico e dispositivo "um toque" para o motorista, travamento central das portas, travamento automático das portas com o carro em movimento e regulagem elétrica dos espelhos retrovisores.

Mário Furtado, gerente de Marketing e Produto, diz que o Tiida sedã "é um veículo moderno, espaçoso e que chega por um preço bastante agressivo. Desta forma vamos permitir que um novo tipo de consumidor possa comprar um dos nossos modelos".

Segundo a Nissan o Tiida sedã disputará espaço com sedãs médios, como o Astra sedã e o Peugeot 307 sedã e com sedãs compactos topo de linha, como Peugeot 207 Passion, VW Polo sedã e Fiat Siena.

A Nissan tem ainda um custo de manutenção fechado, de R$ 1.918,00 em peças até a revisão de 80 mil km para quem seguir o plano de revisões a cada 10 mil km.

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Fábrica da Toyota em Sorocaba começa em setembro


Antes da crise a Toyota havia anunciado a compra de um terreno em Sorocaba, interior de São Paulo, mas depois o assunto ficou esquecido e agora a empresa volta a falar sobre o assunto e anuncia a construção de sua terceira unidade fabril no Brasil. A fábrica de Sorocaba produzirá um carro pequeno desenvolvido pela marca recentemente.

As obras começarão em setembro deste ano, e a produção terá início no segundo semestre de 2012. Primeiramente, serão produzidos por ano cerca de 70 mil veículos nessa nova unidade, que receberá investimento de cerca de US$ 600 milhões, empregando aproximadamente 1.500 pessoas. A Toyota também estuda exportar esse novo modelo que será fabricado no país.

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Brasil exporta mais, mas por preço menor


O grande crescimento das exportações de veículos este ano se deve ao baixo número de referência no ano passado. Em 2009 o Brasil driblou a crise no mercado interno, adotou medidas de incentivo, com a redução do IPI, e o mercado cresceu. Mas os principais clientes externos não tiveram a mesma sorte - ou a mesma competência - para dar a volta por cima. Entraram numa crise profunda e cancelaram os pedidos, deixando de comprar milhares de veículos do Brasil. Então, o que se vê hoje é uma recuperação.

Uma recuperação, no entanto, bem acima das expectativas das montadoras. No balanço de 2009 a Anfavea - associação dos fabricantes - fez uma previsão de crescimento de 11,5% nas vendas externas. Fechado o semestre, o resultado é bem superior: as exportações cresceram nada menos que 78,1% em relação ao mesmo período do ano passado.

As vendas externas são responsáveis pelo grande crescimento da produção da indústria neste primeiro semestre, que foi de 19,1%, enquanto as vendas internas cresceram bem menos, 7,3%.

Foram exportados 357,5 mil carros, comerciais leves, ônibus e caminhões este ano. Se o setor tiver o mesmo desempenho no segundo semestre, as vendas externas devem fechar o ano com mais de 700 mil unidades, próximas dos números registrados em 2008 (735 mil) e 2007 (789 mil). Mas ainda longe do recorde histórico de 842 mil unidades exportadas, em 2006.

É preciso destacar, no entanto, que a recuperação em relação ao faturamento é menor do que o volume exportado. Enquanto, em unidades, as vendas externas cresceram 78,1%, em dólar cresceram 62,3%, com faturamento de U$ 5,7 bilhões no semestre.

Isso é preocupante, pois o volume de carros cresceu mais do que o ganho em dinheiro. O que isso quer dizer? Que estamos exportando produto com menor valor agregado: carros pequenos, menos equipados, com menos tecnologia.

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Palio ELX dualogic: bom torque, mas o câmbio...


O Palio ELX 1.8 é bonito e tem um motor que atende às expectativas do motorista. É um carro que vai além do dia a dia, pois seu motor de 114 cavalos permite bom desenvolvimento na estrada. Responde rápido e com eficiência quando você pisa no acelerador.

O problema desse Palio é o câmbio dualogic, que dispensa o uso da embreagem. A troca de marchas não tem nada de suave, como diz a propaganda na televisão. Ao contrário: o carro demora a retomar a velocidade e dá aqueles soquinhos que incomodam. É verdade que o câmbio automatizado é uma evolução ao câmbio manual e uma alternativa para quem não quer gastar uma fortuna num câmbio automático, mas está longe de ser uma solução para dar mais conforto ao motorista.

 
Tirando isto, o carro agrada. Tem um visual externo que dá o aspecto jovem. É um carro para o dia a dia na cidade.

A potência chega a 114 cavalos com álcool. Usando gasolina ele tem 112cv. Tem ótimo torque em baixa velocidade, o que garante um bom desempenho no uso urbano.

O Palio tem um desenho atual, suas linhas são modernas; o porta malas tem capacidade para 275 litros e no tanque de combustível cabem 48 litros.





Com preço que parte de R$ 35.970,00, ele pode sofrer um enorme aumento caso o comprador quiser colocar tudo o que a Fiat oferece como opcionais.

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O Evoque busca de novos consumidores para a Land Rover


A Land Rover quer aumentar a sua gama de compradores com o Range Rover Evoque, um carro menor, mais barato e que poderá ser produzido na versão 4x2 (o único da marca). Não se sabe exatamente quando ele chega ao mercado, mas estará no Salão de Paris e posteriormente no Salão de São Paulo, em outubro próximo.

Depois do pré-lançamento, o Evoque já vem causando furor. Ele foi mostrando em Londres no último dia 1, no Palácio de Kensington e a festa de lançamento foi transmitida ao vivo pela internet. Segundo a empresa, mais de 700 mil pessoas acessaram a página apenas no dia seguinte ao evento.

O Range Rover Evoque será mais compacto que os demais carros da marca e será produzido com motor a diesel e a gasolina. Ainda não se sabe se no Brasil poderá ser vendida a versão a diesel. O motor deverá ser 2.0 ou 2.2, de baixa emissão.

O carro terá um grande número de material reciclado na sua produção e também partes recicláveis.

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Motofair apresenta uma grande vitrine motociclística em BH


No ranking do mundo motociclístico, o Brasil figura entre os cinco maiores e mais importantes mercados do mundo. Tanto em produção, quanto em vendas internas. Só fica atrás da China, Índia, Indonésia e Vietnã. Países como Taiwan e Tailândia também contam com mercados vigorosos e estão bem próximos de nós. Entretanto, seja deste lado do mundo, ou do outro lado do globo, estes países estão fortemente ligados por características comuns, como grandes populações e um transporte coletivo precário e ineficiente, que abre as portas para a motocicleta, como alternativa ágil e econômica de transporte individual.
Neste universo, Minas Gerais, contribui com cerca de 10% do volume de vendas brasileiras, segundo dados da Abraciclo, associação que reúne os fabricantes de motocicletas, e se firma como o segundo maior mercado consumidor de motocicletas do País. Com este importante cenário, faltava um evento que reunisse todo o segmento, que culminou com a realização da I Motofair, entre os dias 22 e 25 de abril, no pavilhão de exposições do Expominas, com cerca de 9 mil metros quadrados de área coberta e totalmente climatizada.
Uma feira exclusiva do setor motociclístico, englobando as montadoras e seus concessionários, fabricante de peças, acessórios, equipamentos e serviços, além do entretenimento, com shows de bandas. Além de apresentações de habilidade no trial, corridas virtuais, praça de alimentação e distribuição de brindes.

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